As coisas mais singulares de 2016 para mim

gratitud
O que dizer de 2016? Um ano pesadíssimo em todos os sentidos, difícil, mas que também me trouxe coisas boas e muito a agradecer. Tanto que quero compartilhar aqui o que foi mais singular nestes 12 meses.

1 – O Oscar de Leonardo DiCaprio

tumblr_n1qv61U7ZU1qcnhxqo1_500.gif
Esperei MUITO tempo para vê-lo subir naquele palco e ser reconhecido pelo talento que sempre demonstrou. Sim, muitos torcem o nariz, mas têm que admitir que Leo sabe atuar. Já dava um show em “Diário de um adolescente” e deu mais do que show em “O Regresso”. Atua bem mais que tantos outros e seria estúpido não ter um Oscar na prateleira pra chamar de seu. Fiquei acordada até as tantas pra vê-lo ganhar. Não, não tive o prazer de ouvir os comentários da Glória Pires porque acompanhei na TNT.

 

2 – Maturidade financeira

giphy.gif

Ah, esse dia chega, sim, ainda que você sempre tenha sido a pessoa menos econômica do mundo. Pra mim, a ficha caiu ao longo deste ano. Sabe aquela história de comprar o necessário e deixar o supérfluo só pra quando você puder mesmo? Então, posso garantir que é possível e vale a pena. Não me considero a pessoa super econômica agora, mas que já melhorei muito com relação a ter consciência do meu ganho e dos meus gastos, melhorei, sim.

 

3 – Capacidade de fazer (muito) mais no mesmo tempo

8715357.gif

O último trimestre de 2016 me fez entender aquela frase: “quando a água bate na bunda, a gente aprende a nadar”. Se um dia tem 24 horas, por que não usá-las, não é verdade? Sim, tive que abrir mão de algumas horas de sono e de ócio, mas, ao contrário do que achava, não fiquei maluca e fiz tudo, exatamente tudo o que me propus a fazer muito bem feito e nos prazos estipulados. Para alguém que sempre foi muito disciplinada, o maior desafio foi vencer o medo do fracasso. Já decidi: não há mais espaço pra esse sentimento na minha vida de agora em diante.

 

4 – Vida mais leve e equilibrada

source.gif

No começo do ano, disse a mim mesma que iria ser mais saudável: comer melhor, fazer exercício com regularidade, estressar menos com bobagens, rir mais, encanar menos, curtir mais as pessoas, permitir-me sentir coisas diferentes. Não fui tão disciplinada quanto poderia, mas tive um saldo bem positivo: pele e cabelo ótimos, mais disposição (sabe aquilo de aproveitar as 24 horas? Pois é.), alma mais leve e feliz, menos 6 quilos na balança e contornos mais bonitos. E agora que realmente curti a vibe, vamos em frente!

 

5 – Autoconhecimento e autoestima

phoebe11.gif

(Meu Deus, eu amo o quanto sou sexy!)
Pode parecer clichê, mas nada paga a sensação de se conhecer melhor e começar, realmente, a se amar. Ao longo desses 31 anos e meio, muita coisa aconteceu, mas eu sempre vivi uma relação de amor e ódio comigo e com o meu corpo. Em 2016, a transformação que começou em setembro de 2015 com chegada dos 30 tomou maior impulso, fazendo com que a mulher que escreve esse post se enxergasse, finalmente, bonita, capaz e desejável, não apenas para os outros – no fundo, nunca me importei tanto com eles -, mas, para si própria. Adoro tirar fotos, olhar meu reflexo no espelho, caprichar no batom – vermelho, claro – e em detalhes antes despercebidos. Claro que encano com um par de coisinhas em mim ainda – oras, sou humana 😛 –, mas amo muito mais do que odeio. E coisas incríveis acontecem quando a gente se ama.

 

6 – Dar valor ao que realmente importa

group-hug.gif-w=500&h=242.gif

Sempre valorizei as pessoas e coisas importantes ao meu redor, mas, recentemente, sentindo uma tristeza profunda e um mal-estar tremendo com a tragédia que tirou a vida e os sonhos de tanta gente – além de acompanhar os constantes conflitos mundiais –, entendi ainda mais como é necessário cuidar de quem amamos e mantê-los por perto. Tenho a sorte de ter pessoas que não trocaria por nada, as quais me dão algo que riqueza alguma conseguiria repor, e um cãozinho que nos deu um grande susto, mas que está bem graças ao imenso amor que temos por ele. Acima de tudo, tenho a sorte de estar viva para conviver com todos eles, para ver o céu à noite e identificar constelações, sentir o sol e o vento, sonhar e ir construindo alicerces para realizá-los.

 

7 – Fé

247iHK6.gif

Sou uma pessoa que crê em muitas coisas, desde Deus e em santos e anjos do Catolicismo – minha religião, aliás – até entidades do Candomblé e que é possível ver espíritos. Em 2016, reafirmei minha fé em muitas coisas. Pedi, mas também soube agradecer o que já tinha e quando consegui muito do que havia pedido. Também foi um ano de ter cada vez mais fé em mim e em minhas escolhas. “Ho creduto a me”, como Laura Pausini canta naquela belíssima canção, e esse acreditar em mim deu mais frutos do que eu imaginava.

 

8 – Stana Katic

tumblr_m9j18rv1jm1rdx34ho2_500.gif

Avisem às mídias que Stana é muito mais que “a atriz de Castle”, pelo amor de Deus. Queria muito que ela deixasse a série e partisse para outros projetos, e só nesses meses tivemos lançamentos de filmes e a confirmação de uma nova série de TV para ela brilhar. Stana mostra que é preciso se desprender do passado para seguir adiante, e muita gente deveria, MESMO, seguir esse conselho.

 

 9 – Séries

ashley-benson-pretty-little-liars-hanna-watching-tv.gif

Acho que esse foi o ano em que mais assisti séries de TV. Novas e antigas, várias histórias preencheram lacunas em meus finais de semana, feriados e férias. O mais interessante é o mix de sensações que cada uma delas me permitiu experimentar: fiquei furiosa com o final “comercial de margarina ou novelinha de TV aberta” que Kate Beckett teve em “Castle” (que deveria ter terminado na 6ª temporada); estupefata e ansiosa com cada novo episódio de Gotham (quem escreve essa série merece mil beijos); angustiada, temerosa e emocionada com Criminal Minds e suas múltiplas faces (é a melhor série policial que já acompanhei); sem paciência com as frescuras da Elizabeth em “The Blacklist” (tanto que abandonei a série); frustrada com a versão “adulta” da Rory no revival de “Gilmore Girls” (o que prova, mais uma vez, que histórias precisam de um final e podem virar uma baita merda se forem mexidas); saudosa, alegre e animada com as temporadas de “Friends” (como alguém pode não gostar dessa série, gente?); surpresa e irada com minha decisão de voltar a ver “Grey’s Anatomy”: ainda há aquela vibe que me fez apaixonar pela história em 2007 (quando comecei a ver), mas muita gente ali é BEM desnecessária (alô, Shonda, que tal sumir com o Owen, a Meg, a Stephanie, a Jo e o De Lucca?).

 

10 – Novas (velhas) amizades.

giphyi.gif

É incrível como convivemos com as pessoas sem, de fato, conhecê-las. Nos últimos meses percebi que há muita gente ao meu redor que eu não conhecia ao ponto de admirar, e é gratificante perceber que, sim, nós nos enganamos bastante com a aparência do outro.

 

Por Luciana Campos.
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s