Arquivo da categoria: Coisas da Lu

TAG: As 10 coisas mais legais do meu mundo

Quem é vivo (quase) sempre aparece, não é mesmo? Eis que eu, a dona de blog mais sumida de todos os tempos (tá, talvez eu não seja, mas juro que foi por causas nobres 😛 ) decidiu voltar à ativa (ela está praticamente de férias!) e responder uma TAG criada pela querida da Karol Pinheiro há quase 2 anos. Esses dias dona Karol postou no Instagram sobre o “mundo” dela, querendo ver o nosso. Daí, pensei: por que não responder agora?

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Conversa de espelho

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Eu tinha uns 8 anos quando descobri que era diferente da maioria das garotas da minha idade. Não estou falando de personalidade e gostos no geral, porque com relação a isso eu sempre soube que era “do contra”; falo de aparência física. Um dos meninos da minha classe me chamou de gorda e eu, meio surpresa com aquela palavra, comecei a olhar em volta e vi que era mesmo enorme perto das menininhas magrelas que estudavam ali. Levei um tempo para processar essa novidade dentro de mim e é impressionante como seu cérebro é capaz de aumentar as coisas e criar monstros interiores.

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As 50 perguntas (que eu gastei muito mais de 5 minutos pra responder)

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(Eu pensando na resposta de alguma das perguntas dessa TAG, HAHAHAHA)
Vamos lá, caros colegas e seguidores desse blog: hora de conferir mais uma TAG que achei válido responder. Tá, algumas perguntas me fizeram revirar os olhos aqui, mas, mesmo assim, eu as respondi. Vamos ao que interessa? Boa leitura!

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É, Jen: todas estamos fartas.

Lembro-me de quando aprendi o que eram ciclos em uma aula de Ciências no Ensino Fundamental. Tudo “vai e volta”, seguindo relações cíclicas que causam transformações nos elementos desse ciclo. E é isso o mais importante: a água que evapora e volta em forma de chuva, as folhas perdidas das árvores ou cada botão de rosa tem suas singularidades, embora pertencentes a ciclos que se repetem.
É frustrante saber, na contramão, que o animal racional da natureza – ou que ao menos deveria sê-lo – passa por ciclos e muitas vezes não se transforma de maneira completa. Alguns não mudam e são a mesma pessoa a vida inteira, cometendo os mesmos erros, julgamentos e repetindo os discursos de eras atrás. Há o aceitável e o inaceitável no que se refere a aparência, estado civil, emprego, comportamento, família, sexo, carreira; se você não se encaixa no aceitável, torna-se um pária e será sempre perseguido por ser “diferente”.

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Censura, falta de diálogo e gerações confusas

 Nasci na metade dos anos 80, portanto, passei boa parte da minha infância nos anos 90 e minha adolescência entre o final destes e o início da era 2000. Quase sempre tivemos TV e rádio em casa e acesso a revistas e jornais, assim como a diversos produtos comercializados para massas nessas épocas. Logo, cresci cercada de propagandas e produtos da mídia dos mais diversos tipos.

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Girl Power, baby: mulheres da ficção dignas de orgulho

Acho que escolhi o melhor momento pra falar sobre esse tema aqui no blog. Não que haja momento certo pra enaltecer as mulheres e seus papéis no mundo, ficcional e real, mas, dados alguns deploráveis e recentes acontecimentos, muito se discute sobre a figura feminina e a luta que a mulher trava, em maior ou menor grau, na sociedade para mostrar que ela pode muito mais do que acreditam. Não sou de sair por aí cometendo o erro de julgar tudo e todos como machistas; tenho, sim, inteligência o suficiente para admitir minhas fraquezas, vencer obstáculos para conseguir o que quero e escolher se e quando quero alguém ao meu lado. Sou humana, né? Exatamente como as mulheres da ficção que escolhi homenagear neste post.

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